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Óleo no mar da Bahia: Marinha divulga novos números

O Grupo de Avaliação e Acompanhamento (GAA), formado pela Marinha do Brasil (MB), Agência Nacional de Petróleo (ANP) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), informa que, na data de hoje (27), não foram encontrados indícios de novas manchas de óleo chegando à costa. O esforço do GAA conta com a participação do Exército Brasileiro, Força Aérea Brasileira, ICMBio, Polícia Federal, Petrobras, Defesa Civil, assim como, diversas instituições e agências federais, estaduais e municipais, além de empresas e universidades.

Foto: Reprodução/Twitter

Foram empregados 8 navios e 1 helicóptero da MB, totalizando 988 militares, 2 aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB), 2 helicópteros do IBAMA, com emprego de 134 servidores, além de 253 militares e 26 viaturas do Exército Brasileiro. Desde o começo deste incidente, dos 249 locais afetados, 100 praias que foram limpas, não apresentaram novos resíduos, 139 apresentam vestígios inferior a 10% e 10 praias apresentam manchas maiores que estão sendo removidas. Foram contabilizados mais de 1000 toneladas de resíduos oleosos retirados nas praias do nordeste. As ações de limpeza continuam em andamento nos estados de Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia. Nos demais estados do nordeste a situação é estável, permanecendo ações de monitoramento.


A extensão da área afetada, a duração no tempo e as características de dispersão do óleo desse crime ambiental inédito no País exigem constante avaliação da estrutura e recursos empregados. Os Centros Operacionais Regionais das cidades de Salvador e Recife permanecerão ativados, coordenando as ações de resposta locais, em estreito contato com o GAA. O material recolhido durante as ações está sendo acondicionado em recipientes apropriados, de forma a evitar quaisquer contaminações em solo ou subsolo. Uma parte deste material foi recolhida para a Petrobras e outra parte para empresas de tratamento de resíduos dos governos estaduais e municipais atingidos pelo óleo. No momento, está sendo feito um trabalho de interlocução direta com os estados afetados, articulações com o Sindicato Nacional das Indústrias de Cimento (SNIC) e com a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) para, oportunamente, realizar a destinação final ambientalmente adequada.


Caso aviste óleo nas praias, disque 185! Mar limpo é vida! Mais informações podem ser obtidas no hotsite: https://www.gov.br/manchanolitoral/

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