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  • Foto do escritorMar Bahia

Marinha realiza exercício militar no Porto de Cotegipe


A Marinha do Brasil, por meio do Comando do 2o Distrito Naval (Com2oDN), realizará um exercício militar denominado Operação “DEPORTEX LE/2024” nas instalações portuárias do Terminal Portuário de Cotegipe (TPC), em Salvador, no período de 25 a 28 de março. O exercício, que ocorrerá na área marítima e em terra, tem como propósito adestrar a Força na Defesa Naval de Porto e contará com a participação de cerca de

450 militares e seis navios.



Participam da DEPORTEX militares do Com2oDN, da Base Naval de Aratu, da Capitania dos Portos da Bahia, do Centro de Intendência da Marinha em Salvador, do Comando da Força de Minagem e Varredura, da Estação Rádio da Marinha em Salvador, do Grupamento de Fuzileiros Navais de Salvador, do Grupamento de Patrulha Naval do Leste e do Serviço de Sinalização Náutica do Leste.


Os navios que atuarão são a Corveta Caboclo, o Navio-Patrulha Gravataí, o Navio-Patrulha Guaratuba, o Navio-Varredor Araçatuba, o NavioVarredor Aratu e o Navio-Varredor Atalaia. Também participam lanchas da Capitania dos Portos da Bahia e do Grupamento de Patrulha Naval do Leste. A Doutrina Básica da Marinha conceitua a Operação de Defesa de Porto como aquela que visa impedir ou neutralizar ataques contra um porto ou fundeadouro e seus acessos, por meios ou elementos inimigos.



Terminal Portuário Cotegipe


A escolha pelo TPC foi estratégica, por ele estar situado dentro da Baía de Todos-os-Santos e pela grande importância na exportação de grãos. O TPC iniciou suas operações em outubro de 2005 com o descarregamento de trigo para a Grande Moinho Aratu, empresa do Grupo M. Dias Branco.


Nos termos do que define a Lei 12.815/13, o terminal portuário está classificado como um Terminal de Uso Privado, especializado na movimentação (importação e exportação) de granéis sólidos de origem vegetal e totaliza 516 mil toneladas de capacidade de armazenagem estática. No fluxo de importação, os principais produtos são trigo e malte.


Na exportação, soja em grãos e farelo de soja, contando, com uma carteira de clientes composta pelas principais tradings do setor. No ano de 2006, quando a produção de soja do Estado girava em torno de 1,5 milhão de toneladas e, ao longo desses anos, realizou investimentos estratégicos e se consolidou como o principal vetor para expansão da produção do Oeste Baiano. Hoje, a região produz 7 milhões de toneladas de soja por ano, com 95% das exportações passando por Cotegipe. Em 2023 atingiu seu recorde de movimentação, fechando o ano

com 6.018 milhões de toneladas.

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