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  • Foto do escritorMar Bahia

Velejadores baianos Juliana Duque e Rafael Martins disputam vaga para o Pan-Americano

Atualizado: 14 de mar. de 2023

A dupla de velejadores baianos Juliana Duque e Rafael Martins, que em janeiro conquistou o bicampeonato brasileiro de Snipe, viaja para o Chile, onde vai disputar, de 14 a 19 de março, o Campeonato do Hemisfério Ocidental e Ásia (WH&A) da Classe Snipe. O campeonato acontece em Algarrobo, pequena cidade na costa chilena e considerada a capital náutica do Chile. A competição bianual é uma das mais importantes para Vela mundial e esse ano terá uma relevância maior ainda, pois vai classificar dois países para os Jogos Pan-Americanos, que serão disputados em outubro, também no Chile.

Fotos: Gabriel Heusi

“Estamos nos preparando para lutar por uma vaga para a Vela brasileira no Pan”, afirma Juliana Duque. “Em 2019, ficamos com a medalha de bronze no Pan-Americano, no Peru, queremos representar o Brasil pela segunda vez nos Jogos”, reforça Rafael Martins.


Mesmo que a dupla de velejadores conquiste a vaga para o Brasil participar do Pan-Americano na Classe Snipe, os atletas que disputarão os Jogos Pan-Americanos ainda serão definidos durante uma competição seletiva em Arraial do Cabo (RJ), no fim de maio. O desafio é árduo, exige muito treino técnico, resistência, concentração e preparação física e psicológica, além de táticas de vela e conhecimentos específicos sobre meteorologia, hidrodinâmica.


Aliado a isso tudo, os velejadores baianos ainda dedicam tempo para cuidar de suas carreiras e correr em busca de patrocínios que possibilitem continuar treinando em direção a um sonho: as Olimpíadas da França, em 2024. “Somos atletas profissionais de Vela e queremos continuar representando a Bahia e o Brasil nas competições internacionais”, lembra Rafael Martins.


Dupla na vida e no barco


Atletas do Yacht Clube da Bahia, Juliana e Rafael se conheceram no clube. A paixão pela vela e pelo mar fez com que se tornassem grandes amigos. Não demorou muito e começaram a namorar. Hoje são casados e, além de uma vida em comum, dividem o mesmo barco desde 2016 como atletas profissionais.


Competindo na classe Snipe, a dupla já conquistou inúmeros títulos nacionais e internacionais, como o Campeonato Sulamericano, o segundo lugar no Campeonato do Hemisfério Ocidental e o bronze no último Pan-Americano, dentre outras conquistas.


O snipe é um veleiro monotipo de 4,7m de comprimento e duas velas para dois tripulantes (timoneiro e proeiro). É considerada a classe de vela que mais formou medalhistas olímpicos e Pan-Americanos para o Brasil.

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